Software de prateleira resolve a maioria dos casos. Quando não resolve, é porque o problema é muito específico, o diferencial competitivo está no produto ou a integração com o resto da operação é crítica. Aí entra desenvolvimento sob medida — feito por quem vai operar junto com você.

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O que entregamos

Software construído do zero para sua operação, em produção, documentado e com plano de evolução. Não fazemos protótipo para validação — fazemos produto que vai pro ar.

Tipos de projeto

  • Apps mobile (iOS e Android): nativos ou cross-platform, conforme o caso. Foco em integração com sistemas existentes e UX consistente.
  • Sistemas web e plataformas: backoffice, painéis de gestão, marketplaces, portais B2B. Construídos para suportar o crescimento da operação.
  • Hardware embarcado e IoT: firmware para totens, gateways industriais, dispositivos conectados. Já entregamos plataforma com 800+ unidades em operação.
  • Plataformas fiscais: integração com SEFAZ (NF-e, NFC-e, NFS-e), gestão de contingência e geração de XML em tempo real.
  • MVPs de startup: do napkin ao primeiro usuário pagante. Já tiramos 20+ ideias do papel.

Duas leituras do blog que ajudam a dimensionar o projeto antes de começar: quanto custa desenvolver um aplicativo e o que é um MVP e quanto custa.

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Como trabalhamos

  1. Diagnóstico do problema: entendemos não só o "o que" o cliente quer construir, mas o "por quê" — frequentemente o escopo proposto inicialmente é maior do que o necessário.
  2. Desenho de produto: arquitetura, fluxos críticos, modelo de dados, integrações. Saímos com escopo claro e estimativa firme.
  3. Construção iterativa: primeiro release usável em semanas, não meses. Iteração com feedback real.
  4. Cutover para produção: ambiente de produção configurado, monitoramento ativo, plano de incident response.
  5. Operação: não terminamos na entrega. Acompanhamos performance, evoluímos features e respondemos a incidente.

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Stack e tecnologia

Não temos stack favorita. Trabalhamos com o que resolve o problema:

  • Backend: Node.js, Python, Go, conforme performance, ecossistema e maturidade do time.
  • Frontend web: Next.js, React, Vue — escolha guiada por SEO, performance e familiaridade da equipe do cliente.
  • Mobile: Swift/Kotlin nativos para projetos com requisitos de hardware/UX crítica; React Native ou Flutter quando o cliente prioriza single codebase.
  • Banco de dados: PostgreSQL como padrão; soluções específicas (Redis, Qdrant, ClickHouse) quando o volume justifica.
  • Infraestrutura: cloud (AWS, GCP, Azure) ou bare metal/CapRover quando faz mais sentido econômico.
  • IA: Anthropic, OpenAI, Google — escolha por adequação ao problema.

A escolha é técnica, justificada e documentada. O cliente entende o porquê de cada decisão.

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O diferencial

Equipe técnica interna

Não terceirizamos partes críticas. Quem desenha é quem implementa e quem opera. Sem "telefone sem fio" entre escopo e código.

Sem armadilha de licença

O código pertence ao cliente. Não usamos plataformas proprietárias que prendem o cliente em assinatura perpétua. Open-source quando faz sentido, comercial quando justifica.

Foco em operar, não só em entregar

Entrega é o começo, não o fim. Software vive em produção; é lá que precisa funcionar.

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Perguntas frequentes

Quando vale a pena desenvolver software sob medida?

Quando o software de prateleira não resolve, o diferencial competitivo está no produto ou a integração com o resto da operação é crítica. Para a maioria dos casos, ferramentas SaaS resolvem melhor. Sob medida só faz sentido para o que é genuinamente específico.

A Rhodium desenvolve apps mobile nativos?

Sim — iOS (Swift) e Android (Kotlin) nativos para projetos com requisitos de hardware ou UX crítica. Quando o cliente prioriza single codebase, usamos React Native ou Flutter. A escolha é técnica, não dogmática.

Qual stack a Rhodium usa?

Não temos stack favorita. Trabalhamos com Node.js, Python e Go no backend; Next.js, React e Vue no frontend; Swift/Kotlin ou React Native/Flutter no mobile; PostgreSQL como banco padrão. A escolha é guiada pelo problema — não pelo gosto técnico.

O código pertence ao cliente?

Sim. Todo código fonte é do cliente, com licença irrestrita. Não usamos plataformas proprietárias que prendem o cliente em assinatura perpétua. Open-source quando faz sentido, comercial quando justifica.

A Rhodium faz hardware embarcado?

Sim. Já entregamos firmware para totens de venda autônoma, integrações IoT e gateways industriais. Nosso ecossistema de varejo autônomo de bebidas opera 800+ unidades em produção com hardware próprio.

Tem uma ideia que precisa virar produto?

Conta o problema. A gente descobre se tem solução — e quanto custa não resolver.

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