Software de prateleira resolve a maioria dos casos. Quando não resolve, é porque o problema é muito específico, o diferencial competitivo está no produto ou a integração com o resto da operação é crítica. Aí entra desenvolvimento sob medida — feito por quem vai operar junto com você.

01

O que entregamos

Software construído do zero para sua operação, em produção, documentado e com plano de evolução. Não fazemos protótipo para validação — fazemos produto que vai pro ar.

Tipos de projeto

02

Como trabalhamos

  1. Diagnóstico do problema: entendemos não só o "o que" o cliente quer construir, mas o "por quê" — frequentemente o escopo proposto inicialmente é maior do que o necessário.
  2. Desenho de produto: arquitetura, fluxos críticos, modelo de dados, integrações. Saímos com escopo claro e estimativa firme.
  3. Construção iterativa: primeiro release usável em semanas, não meses. Iteração com feedback real.
  4. Cutover para produção: ambiente de produção configurado, monitoramento ativo, plano de incident response.
  5. Operação: não terminamos na entrega. Acompanhamos performance, evoluímos features e respondemos a incidente.

03

Stack e tecnologia

Não temos stack favorita. Trabalhamos com o que resolve o problema:

A escolha é técnica, justificada e documentada. O cliente entende o porquê de cada decisão.

04

O diferencial

Equipe técnica interna

Não terceirizamos partes críticas. Quem desenha é quem implementa e quem opera. Sem "telefone sem fio" entre escopo e código.

Sem armadilha de licença

O código pertence ao cliente. Não usamos plataformas proprietárias que prendem o cliente em assinatura perpétua. Open-source quando faz sentido, comercial quando justifica.

Foco em operar, não só em entregar

Entrega é o começo, não o fim. Software vive em produção; é lá que precisa funcionar.

05

Perguntas frequentes

Quando vale a pena desenvolver software sob medida?

Quando o software de prateleira não resolve, o diferencial competitivo está no produto ou a integração com o resto da operação é crítica. Para a maioria dos casos, ferramentas SaaS resolvem melhor.

A Rhodium desenvolve apps mobile nativos?

Sim — iOS (Swift) e Android (Kotlin) nativos para projetos com requisitos de hardware ou UX crítica. Quando o cliente prioriza single codebase, usamos React Native ou Flutter.

Qual stack a Rhodium usa?

Não temos stack favorita. Trabalhamos com Node.js, Python e Go no backend; Next.js, React e Vue no frontend; Swift/Kotlin ou React Native/Flutter no mobile; PostgreSQL como banco padrão. A escolha é guiada pelo problema.

O código pertence ao cliente?

Sim. Todo código fonte é do cliente, com licença irrestrita. Não usamos plataformas proprietárias que prendem o cliente em assinatura perpétua.

A Rhodium faz hardware embarcado?

Sim. Já entregamos firmware para totens de venda autônoma, integrações IoT e gateways industriais. Nosso ecossistema de varejo autônomo de bebidas opera 800+ unidades em produção.

Tem uma ideia que precisa virar produto?

Conta o problema. A gente descobre se tem solução — e quanto custa não resolver.

Conversar agora